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CEO Dr. Elmar Degenhart and CFO Wolfgang Schäfer
© Continental AG

A crescer em força e em perfeita forma financeira: a Continental promove a transformação tecnológica de forma precursora

  • Metas anuais superadas – a Continental analisa em retrospetiva um ano fiscal de 2017 forte em termos de crescimento e rentabilidade
  • Volume de vendas aumenta 8,5% para 44 mil milhões de euros com uma margem EBIT ajustada de 10,9%
  • Resultado líquido cresce para 3 mil milhões de euros/resultado aumenta para 14,92 euros por ação 
  • Conselho Executivo propõe aumento dos dividendos em 25 cêntimos para 4,50 euros
  • Entrada de encomendas no Automotive Group obtém valor recorde de quase 40 mil milhões de euros
  • A Continental é uma precursora tecnológica e molda a transformação nas suas indústrias​​​​​​​ sobre uma base financeira forte
  • O CEO, Dr. Degenhart: "Os nossos valores e o nosso objetivo comum de gerar valor continuam a constituir o cerne do nosso conjunto de valores Continental"

Hannover, 8 de março de 2018. A empresa tecnológica Continental analisa em retrospetiva um ano fiscal de 2017 forte em termos de crescimento e rentabilidade. Aumentou o seu volume de vendas em 8,5% para 44 mil milhões de euros com uma margem EBIT ajustada de 10,9%. A Continental superou, assim, as suas metas anuais. Por ocasião da divulgação dos indicadores de referência provisórios, na quinta-feira, em Hannover, o Presidente do Conselho Executivo, Dr. Elmar Degenhart, agradeceu aos mais de 235 000 colaboradores de todo o mundo por este excelente desempenho: "Voltaram a demonstrá-lo: os nossos valores geram valor. Estamos em perfeita forma financeira, somos precursores tecnológicos e, mentalmente, continuamos totalmente virados para o futuro. Partindo desta posição de força, moldamos a transformação tecnológica das nossas indústrias de forma precursora." Assim, o resultado líquido da empresa tecnológica aumentou, em 2017, para 3 mil milhões de euros. Isto corresponde a um aumento de 6,5% face ao ano anterior e a um resultado de 14,92 euros por ação. "O Conselho Executivo propõe um aumento dos dividendos em 25 cêntimos para 4,50 euros. Pretendemos assim o sexto aumento consecutivo", afirmou Degenhart.

O CEO da Continental, Dr. Elmar Degenhart: A mobilidade do futuro é inteligente e segura. © Continental AG

Para 2018, Degenhart prevê a continuação do curso de crescimento lucrativo: "O início do nosso ano fiscal de 2018 confirmou as nossas expetativas. Reforçamos, por isso, a nossa previsão do início de janeiro. Pretendemos prosseguir com o nosso percurso de sucesso em matéria de crescimento e rentabilidade. Para o ano em curso, prevemos novamente um claro aumento do volume de vendas de quase 7% para aproximadamente 47 mil milhões de euros, antes dos efeitos da taxa de câmbio, com uma margem EBIT ajustada de cerca de 10,5%. A base para tal é um crescimento da produção global de veículos ligeiros de passageiros e de veículos comerciais ligeiros superior a 1%, para 96,5 milhões de veículos."

Precursora para uma mobilidade segura, limpa e inteligente

Na opinião do Presidente do Conselho Executivo, a empresa tecnológica está mais do que bem preparada para a mobilidade do futuro: "A Continental é uma precursora tecnológica. Investimos continuamente, e em larga escala, nas tecnologias do futuro. E isso compensa. Prova disso é a entrada de encomendas do nosso Automotive Group: em 2017, alcançámos um novo valor recorde de quase 40 mil milhões de euros", disse Degenhart, acrescentando: "Com as nossas tecnologias inovadoras e a utilização inteligente de software, eletrónica e sensores, possibilitamos uma condução automatizada e autónoma, bem como a interligação em rede e a eletrificação dos veículos. Ao mesmo tempo, exploramos novas áreas de negócio e grupos de clientes na área dos serviços de mobilidade inovadores. Assim, a Continental é sinónimo de mobilidade segura, limpa e inteligente, como quase nenhuma outra empresa a nível mundial."

Numa forte rede mundial, 42 000 criadores e peritos de 146 nacionalidades distintas procuram tornar os produtos e serviços da Continental cada vez mais inteligentes. "Quer se trate de instalações industriais, robôs, drones ou automóveis: os nossos produtos e serviços, enriquecidos com software e sensores inteligentes, mantêm o trânsito e os fluxos de produtos em circulação por todo o mundo", disse Degenhart, acrescentando: "Só em 2017, os nossos clientes das mais diversas indústrias montaram mais de 600 milhões de sensores da Continental. Três em cada quatro automóveis de todo o mundo transportam, atualmente, soluções, produtos e sistemas da nossa empresa."

O CEO da Continental, Dr. Elmar Degenhart e o Diretor Financeiro, Wolfgang Schäfer, mostram o escudo de proteção digital de um automóvel. © Continental AG

Câmaras, sensores de radar e Lidar processam já mais de 10 gigabites de informação bruta por segundo, atualmente nas primeiras fases desta tecnologia, e estas irão  aumentar  ainda mais  na fase de condução totalmente automatizada no futuro. Desde 1999, a Continental produziu, um total de cerca de 60 milhões de sensores para sistemas avançados de assistência ao condutor  - e este número está a aumentar rapidamente.

Parte importante da mistura de propulsão do futuro será a eletromobilidade. A Continental é um dos poucos fornecedores de sistemas, capaz de disponibilizar uma eletrificação completa do grupo motopropulsor, desde o motor elétrico, passando pela eletrónica de potência e a gestão de energia e térmica, até à tecnologia de carregamento.

Em cada vez mais veículos pesados, o horizonte eletrónico (eHorizon) providencia um mapa digital de alta precisão como sensor, para um estilo de condução mais eficiente. Desde a sua entrada no mercado em 2012, a tecnologia da Continental contribuiu para reduzir o consumo de diesel em mais de 760 000 000 litros. Ao todo, a tecnologia inteligente da Continental já interligou em rede mais de 33 milhões de veículos ligeiros de passageiros e veículos pesados.

Além disso, a empresa tecnológica torna os pneus inteligentes, integrando neles sensores cada vez mais leves, com poucas gramas de peso. Estes medem a pressão do ar diretamente no pneu e garantem maior segurança, menor resistência ao rolamento e, consequentemente, mais eficiência. Só em 2017, a Continental produziu aproximadamente 155 milhões de pneus para veículos ligeiros de passageiros e veículos pesados. As mais recentes correias transportadoras e mangueiras nada ficam a dever a esta tendência tecnológica: os sensores integrados detetam automaticamente o peso transportado e sinalizam, atempadamente, a necessidade de manutenção e reparação. O transporte pode continuar a fluir até ao momento ideal para a reparação, reduzindo assim os custos de operação.

O CEO da Continental, Dr. Elmar Degenhart, fala a respeito dos resultados financeiros provisórios para 2017. © Continental AG

Conceção da transformação sobre uma base de valores forte e a partir de uma posição de força

Relativamente à transformação da indústria automóvel, Degenhart sublinhou: "A rápida transformação tecnológica exige níveis máximos de flexibilidade e agilidade da nossa equipa a nível mundial. Por isso, estamos a averiguar de que forma podemos orientar a nossa organização para um rápido crescimento e a criação permanente do máximo valor acrescentado possível. Atualmente, estamos a avaliar opções viáveis. Ainda não existe um plano definitivo." Ao mesmo tempo, apontou para a versatilidade da empresa cotada no DAX: "A Continental encontra-se em permanente transformação há praticamente 150 anos. Só nos últimos 20 anos, a Continental passou de mero fabricante de pneus e parceiro industrial a uma empresa tecnológica global."

A respeito desta transformação, Degenhart sublinhou a importância da cultura empresarial pioneira da Continental: "Ao longo dos últimos anos construímos e consolidámos a base comum dos valores da Continental. Criámos, deste modo, a base decisiva para a conceção eficaz da transformação nas nossas indústrias, bem como para a garantia do futuro da nossa organização. Esta base e o nosso objetivo comum de gerar valor continuam a constituir o cerne do nosso conjunto de valores Continental. Este engloba todas as partes da empresa que se encontram sob o controlo maioritário do Grupo, independentemente da sua forma jurídica ou organizacional."

O Diretor Financeiro, Wolfgang Schäfer: a prestação de serviços digitais contribui cada vez mais para o sucesso empresarial da Continental. © Continental AG

O Diretor Financeiro, Wolfgang Schäfer, fez ainda referência à força financeira da empresa cotada no DAX: "A nossa saúde financeira permite-nos investir em força e continuar a desenvolver o nosso negócio a nível mundial: investimentos em equipamentos e despesas com investigação e desenvolvimento que, ao todo, ascendem a quase 6 mil milhões de euros, mostram-no muito claramente. Reforçamo-nos também, de forma extremamente objetiva, através de aquisições. Só no ano passado, gastámos quase 600 milhões de euros com aquisições. Simultaneamente, reduzimos de forma consistente a nossa dívida líquida. Com um Gearing Ratio de 12,6% e uma quota de capital próprio de 43,5%, estamos assentes sobre uma base financeira extremamente sólida."

Protegidos contra as oscilações das taxas de câmbio/os aumentos de preços das matérias primas

Em relação às, em parte, enormes oscilações das taxas de câmbio dos últimos meses, Schäfer mostrou-se tranquilo: "A nossa margem está assegurada, uma vez que a Continental produz, predominantemente, no próprio local e para mercados locais. Os efeitos das taxas de câmbio incidem, portanto, em igual medida, sobre o volume de vendas e o resultado operacional. Ao nível do grupo, estamos, por isso, protegidos de forma natural contra as oscilações das taxas de câmbio." A Continental apresenta as suas metas de vendas anuais antes dos efeitos das taxas de câmbio. Consoante a evolução das taxas de câmbio, o efeito absoluto pode influenciar substancialmente o volume de vendas. Para o ano fiscal em curso, a Continental vê como possíveis efeitos negativos superiores a mil milhões de euros, causados pelas taxas de câmbio, considerando que as taxas de câmbio atuais constituem a média de todo o ano.

Olhando para os mercados de matérias primas, Schäfer fez notar que a Continental poderia lidar com variações de preços, como as ocorridas nos últimos três anos.

No entanto, a Continental prevê, para o ano em curso, despesas adicionais de aproximadamente 50 milhões de euros, decorrentes dos aumentos de preços da borracha sintética e natural.

O volume de vendas aumentou 3,5 mil milhões de euros, ou seja, 8,5%, para 44,0 mil milhões de euros. O aumento do volume de vendas orgânico, isto é, ajustado por alterações do perímetro de consolidação e da taxa de câmbio, correspondeu a 8,1%.

© Continental AG

No ano fiscal de 2017, o resultado operacional (EBIT) aumentou 466 milhões de euros ou 11,4%, para 4,6 mil milhões de euros. A margem do EBIT situou-se nos 10,4%, em comparação com 10,1% no ano fiscal de 2016.

EBIT ajustado por efeitos do círculo de consolidação, amortizações condicionadas pelas aquisições e efeitos especiais situou-se, em 2017, acima dos 4,7 mil milhões de euros. Isto corresponde a uma margem EBIT ajustada de 10,9%. O valor absoluto é 10% superior ao do ano anterior, de 4,3 mil milhões de euros. Em 2016, tal correspondeu a uma quota de 10,6%. Relativamente à comparação com o ano anterior, Schäfer recordou circunstâncias isoladas e independentes entre si, que tiveram um impacto negativo de aproximadamente 480 milhões de euros no resultado do ano anterior.

Em 2017, a Continental investiu cerca de 2,9 mil milhões de euros em equipamentos e software. Assim, o rácio de investimento aumentou para 6,5%, depois dos 6,4% no ano anterior. As despesas com investigação e desenvolvimento aumentaram, face ao ano anterior, 10% para 3,1 mil milhões de euros, perfazendo 7,1% do volume de vendas (2016: 6,9%).

No final de 2017, a Continental dispunha de uma reserva de liquidez de aproximadamente 5,6 mil milhões de euros, dos quais 1,9 mil milhões eram ativos líquidos, bem como linhas de crédito não utilizadas e aprovadas de 3,7 mil milhões de euros. "Os meios disponíveis, bem como o nosso endividamento muito baixo, oferecem-nos flexibilidade e uma grande capacidade de reação", explicou Schäfer.

A evolução positiva do negócio resultou num crescente número de colaboradores. No final de 2017, a empresa tecnológica empregava mais de 235 000 colaboradores em todo o mundo, ou seja, um aumento de mais de 15 000 colaboradores relativamente ao final de 2016. Para este aumento contribuíram, em particular, o alargamento das capacidades de produção, o crescimento através das aquisições e a contínua expansão da área de investigação e desenvolvimento.

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