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A view into the future: Continental CEO Dr. Elmar Degenhart takes a look at the cockpit of the future
© Continental AG

Espírito criativo em vez de quotas – a Continental aposta em inovações para uma mobilidade de sucesso no futuro

IAA 2017

  • O CEO, Dr. Degenhart: “Os veículos transformam-se cada vez mais em escritórios e salas de estar”
  • Meta de desenvolvimento: inovações para uma mobilidade segura, não poluente, integrada em rede e acessível, tal como solicitado um milhão de vezes pelos compradores
  • Degenhart opõe-se às quotas para veículos elétricos: “As inovações são muito mais convincentes do que as intervenções artificiais”
  • A Continental prevê, até 2025, um mercado mundial para as tecnologias em torno da condução automatizada com um valor superior a 30 mil milhões de euros
  • Nos próximos anos, a Continental aumentará a sua percentagem do volume de vendas digital para 70% do volume de negócios global nas três divisões Automotive
  • A empresa de tecnologia confirma a previsão para o ano fiscal de 2017

Hannover, 12 de setembro de 2017. A empresa de tecnologia Continental evidenciou, na sua conferência de imprensa ‑IAA, a importância da inovação nas áreas da automatização, eletrificação e interligação em rede. A colaboração entre a indústria e a política é agora, mais do que nunca, imprescindível. “Pois as grandes metas, como é o caso da visão “zero acidentes” no trânsito rodoviário, ar mais puro e uma condução económica, só podem ser alcançadas em conjunto e de forma global”, explicou o Dr. Elmar Degenhart, Presidente do Conselho Executivo da Continental, manifestando-se a favor das inovações e do espírito criativo em vez de requisitos tecnológicos e quotas por parte do governo.

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Além disso, a Continental aposta em fortes parcerias, dentro e fora da indústria automóvel. “Partilhamos ideias e criamos, com essa partilha, mais valor”, salientou Degenhart, fazendo referência ao princípio de parceria na Continental.

Com a introdução de novas tecnologias, a Continental considera que, no futuro, será possível uma maior variedade de veículos. “Os veículos transformam-se cada vez mais em escritórios e salas de estar ou noutros espaços sobre rodas”, afirmou Degenhart olhando para o futuro. E acrescenta: “Desta tendência resulta um mercado de muitos milhões e um potencial de negócio adicional significativo para a Continental na área da condução assistida e automatizada. O nosso volume de vendas digital no setor da eletrónica, de software e de sensores crescerá, consequentemente, de forma considerável.” Atualmente, a participação das três divisões Automotive da empresa no negócio é de 60%. Nos próximos anos, essa percentagem ascenderá aos 70%, explicou. 

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Só conseguiremos menos acidentes e uma maior proteção do ambiente se os utilizadores da mobilidade utilizarem as soluções modernas milhões de vezes”, destacou Degenhart. “A aceitação das novas tecnologias não pode ser forçada com medidas políticas. Prémios de aquisição, por exemplo, não são suficientes no caso dos veículos elétricos. As especificações de quotas por parte do governo relativamente à percentagem de veículos elétricos na frota de um fabricante não são, a nosso ver, razoáveis. As inovações são muito mais convincentes do que as intervenções artificiais.”

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A Continental confirma a previsão e demonstra oportunidades de crescimento através da prestação de serviços

Degenhart reforçou na conferência de imprensa o prognóstico para o ano fiscal em curso. “Confirmamos a nossa previsão para o ano fiscal de 2017: um volume de vendas de mais de 44 mil milhões de euros e uma margem de EBIT ajustado superior a 10,5%. Continuamos a crescer acima da média e de forma rentável”, afirmou Degenhart. O Presidente do Conselho Executivo fez referência ao potencial de crescimento adicional da Continental com os seus serviços no âmbito da mobilidade: “A Continental cria soluções que chegam aos utilizadores finais e que são bem recebidas pelos mesmos – de forma eficiente, confortável, acessível e no momento oportuno.”

El BEE, con su comportamiento de enjambre perfectamente diseñado, pertenece a toda una familia de movilidad para el espacio urbano del futuro. © Continental AG

Três linhas de inovação: condução assistida e automatizada, eletromobilidade e interligação em rede

Degenhart descreveu as diversas inovações da Continental que ajudaram a enfrentar com sucesso os grandes desafios da indústria automóvel.

Intuitivas, inteligentes, interativas: é assim que as indicações no cockpit do veículo do futuro se ajustam não só às preferências do condutor, mas também aos requisitos da respetiva situação de condução.

Los ingenieros de Continental han logrado reducir el peso del nuevo sistema de transmisión eléctrico de 150 kW a tan solo 75 kg. © Continental AG

Paralelamente, os motores elétricos vão-se tornando mais pequenos, mais leves e mais económicos. A transmissão altamente integrada da Continental, produzida em série a partir de 2019, combina a caixa de velocidades e o sistema eletrónico num único módulo, com um peso mínimo. “Um pacote de potência compacto com 75 kg para 150 kW”, afirmou Degenhart, fazendo referência ao sistema de propulsão produzido em série que permite, inclusivamente, uma ampliação da potência até aos 320 kW.

Para o avanço da eletromobilidade, Degenhart vê o desenvolvimento das células de bateria como uma prioridade: “As baterias de iões de lítio atuais são demasiado pesadas, grandes, fracas e dispendiosas. As células de bateria de estado sólido carregam mais rapidamente e são mais seguras. Prevê-se que estas estejam disponíveis para a produção de séries em grande escala a partir de 2023. Na opinião dos peritos, tal permitirá reduzir significativamente os custos: dos atuais cerca de 200 euros por quilowatts-hora para menos de 100 euros. Como resultado, um veículo elétrico com um acumulador de bateria de 75 quilowatts-hora teria uma autonomia de aprox. 500 quilómetros, com custos semelhantes aos de um veículo a diesel. Um facto decisivo para uma maior aceitação desta tecnologia por parte dos clientes e utilizadores.”

Por fim, os novos sensores e o respetivo equipamento de controlo preparam o caminho para os próximos níveis da condução automatizada. Até 2025, a Continental conta com um volume de vendas superior a 30 mil milhões de euros no mercado mundial de tecnologias associadas à condução automatizada. Tal representaria um crescimento cerca de duas vezes maior em comparação com 2020. “Atualmente, a Continental detém, só no mercado mundial de sistemas de condução assistida, uma quota de aprox. 15%. Vemos aqui um claro potencial de crescimento”, afirmou Degenhart, mostrando-se otimista.

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